As obras de uma empresa chinesa no Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio de Janeiro, geraram forte revolta entre moradores e foram embargadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pela Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente. As intervenções foram paralisadas até que todas as licenças necessárias sejam apresentadas.
Revolta dos moradores
Os moradores da região manifestaram indignação com o início das obras, temendo a descaracterização da paisagem e a poluição visual no cartão-postal carioca. A preocupação se intensificou ao saber que se tratava de uma empresa chinesa, sem que houvesse transparência sobre o projeto.
Embargo e exigências legais
O Iphan determinou a interrupção imediata das obras, alegando que não foram apresentadas as licenças de intervenção em área tombada. A prefeitura do Rio também notificou a empresa, dando um prazo de cinco dias para a apresentação da documentação. Além disso, o uso do local ficou restrito a um eletroposto, conforme autorização anterior.
Empresa se defende
A empresa chinesa responsável pelas obras afirmou que está cumprindo todas as normas ambientais e que busca regularizar a situação junto aos órgãos competentes. Enquanto isso, o embargo permanece, e a população segue atenta ao desfecho do caso.



