Caroline Soares Barros, conhecida como 'mulher da mala', foi flagrada com R$ 500 mil em espécie sob escolta armada, episódio que deu origem à investigação do Ministério Público sobre um esquema de desvio de R$ 86 milhões no Instituto Rio Metrópole (IRM). Segundo o MP, ela sacou R$ 3 milhões em dinheiro vivo, dificultando o rastreamento dos recursos.
Flagrante com R$ 500 mil e escolta armada
Caroline foi vista carregando uma mala com R$ 500 mil em espécie, acompanhada por um policial. A cena chamou a atenção das autoridades e desencadeou as investigações. O MP aponta que ela era peça-chave no esquema, atuando como presidente do Instituto BIO, que recebia repasses de empresas contratadas pelo IRM e transferia quase todo o dinheiro para sua conta pessoal.
Esquema de R$ 86 milhões no Instituto Rio Metrópole
O Instituto Rio Metrópole é alvo de investigação por fraudes em licitações e lavagem de dinheiro. Caroline e outros dirigentes do IRM foram presos. O MP estima que o esquema desviou R$ 86 milhões dos cofres públicos. Caroline teria sacado R$ 3 milhões em espécie para evitar rastreamento, segundo a denúncia.
Papel de Caroline no esquema
Caroline presidia o Instituto BIO, que funcionava como intermediário. As empresas contratadas pelo IRM repassavam recursos ao BIO, que então transferia a maior parte para a conta pessoal de Caroline. O MP afirma que ela movimentou valores expressivos em dinheiro vivo, dificultando a identificação da origem ilícita.
Prisões e andamento da investigação
Além de Caroline, outros dirigentes do IRM foram presos temporariamente. A investigação segue em sigilo, mas o MP já obteve provas documentais e testemunhais. A defesa de Caroline ainda não se manifestou. O caso é acompanhado pela Justiça do Rio de Janeiro.



