O deputado federal Mário Frias (PL) pagou R$ 154 mil em recursos da cota parlamentar para a empresa Complexsys, que é citada em uma investigação sobre desvio de verbas em um contrato de internet wi-fi na prefeitura de São Paulo. Os pagamentos foram feitos de forma mensal ao longo de vários meses, segundo dados oficiais.
Relação com ONG e filme sobre Bolsonaro
A Complexsys foi subcontratada pelo Instituto Conhecer Brasil, uma organização não governamental presidida por Karina Ferreira da Gama, que é sócia da produtora responsável pelo filme 'Dark Horse', uma produção que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. A suspeita é de que parte dos recursos públicos destinados ao contrato de wi-fi tenham sido desviados para financiar o filme.
Investigação em andamento
As investigações apuram se houve irregularidades na aplicação dos recursos. A prefeitura de São Paulo, por sua vez, nega qualquer desvio ou irregularidade no contrato firmado com a empresa. O caso está sob análise dos órgãos competentes.
Pagamentos mensais
Os registros mostram que Mário Frias realizou pagamentos regulares à Complexsys utilizando a cota parlamentar, um benefício destinado a custear despesas do mandato. O valor total de R$ 154 mil foi dividido em parcelas mensais, o que levanta questionamentos sobre a finalidade dos gastos.
A assessoria do deputado ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso. A reportagem tenta contato com a Complexsys e com o Instituto Conhecer Brasil para esclarecimentos.



