Leonardo Rocha, irmão da mineira Silvilene Rocha, de 37 anos, morta a facadas na Bélgica, fez um alerta público sobre golpes envolvendo o nome da vítima. Segundo ele, criminosos estão criando links falsos e se passando por parentes para solicitar dinheiro. "Está surgindo vários links aí. Cuidado para não cair em golpe, porque isso não está partindo da gente", afirmou Leonardo.
Família pede apoio do governo para traslado do corpo
Além do alerta sobre os golpes, a família de Silvilene solicita apoio do governo brasileiro para agilizar o traslado do corpo da vítima ao Brasil. "A gente quer que o governo atue, junto ao Itamaraty, para ajudar a fazer esse translado o mais rápido possível, se possível. Está sendo uma situação muito desagradável para mim, para os meus irmãos, primos, tias, amigos... Todo mundo está sentindo muito", disse o irmão.
Relembre o caso
Silvilene Rocha, natural de Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais, morava há cerca de dois anos em Marche-en-Famenne, na Bélgica. Ela foi morta na madrugada de segunda-feira (13). De acordo com a imprensa local, a brasileira foi perseguida por um homem em via pública e atingida por diversos golpes de facão. Uma testemunha tentou socorrê-la, mas ela não resistiu. Outra pessoa ficou gravemente ferida no ataque, mas sobreviveu.
Suspeito preso
O principal suspeito do crime, um morador de Marche-en-Famenne de 20 anos e sem antecedentes criminais, foi preso. Outras três pessoas chegaram a ser detidas, mas foram liberadas após serem excluídas da investigação pelo Ministério Público belga.
Acompanhamento consular
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que acompanha o caso por meio do Consulado-Geral do Brasil em Bruxelas e presta assistência consular à família de Silvilene. Até o momento, não há informações sobre a data do traslado do corpo para o Brasil nem sobre o sepultamento.



