Menino autista de 5 anos é resgatado de marquise a 4 metros de altura em Colatina
Menino autista de 5 anos é resgatado de marquise em Colatina

Um menino autista não verbal de cinco anos foi resgatado do alto da marquise de um prédio em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, na noite de quarta-feira (15). Imagens feitas por moradores mostram que um homem precisou subir no ombro de um vizinho para conseguir alcançar a criança, que estava em um local equivalente a uma altura de quatro metros.

Resgate por vizinhos

No vídeo, é possível ver que o menino estava sentado na marquise. As pessoas que participaram do resgate disseram que a criança parecia estar desnorteada. A Polícia Militar foi acionada e, quando chegou ao local, no bairro São Silvano, descobriu que o menino estava sob responsabilidade da avó de 60 anos. O Conselho Tutelar também foi chamado.

Avó dormia no momento do ocorrido

Segundo os militares, a avó estava dormindo quando tudo aconteceu. A mulher possui a guarda do menor porque a mãe da criança está presa. Após a criança ser resgatada e levada para o Conselho, moradores disseram para os policiais que outras três crianças estariam na casa dessa mulher morando em condições insalubres. O vínculo familiar com os outros menores não foi informado.

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Condições insalubres confirmadas

De acordo com a PM, a situação de insalubridade do local foi confirmada. "O Conselho foi no local e levou a criança até a sede do Conselho para tomar as providências, quando chegou um segundo chamado de que uma casa havia sido invadida naquela proximidade. Quando os policiais chegaram no local foi constatado que a casa era a casa onde morava essa criança de cinco anos. Depois de um tempo conseguiu contato com a avó, que é responsável pelas crianças. Foi acionado novamente o conselho, que fez o recolhimento das crianças e a responsável foi para a delegacia", relatou o policial Valmir Alves.

Avó liberada e crianças acolhidas

A Polícia Civil informou que a suspeita de 60 anos foi levada à Delegacia Regional de Colatina, foi ouvida e liberada, já que a autoridade policial não identificou elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante naquele momento. O caso vai continuar sendo investigado. O Conselho Tutelar informou que as crianças foram resgatadas e levadas para uma instituição de acolhimento do município.

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