O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) esteve em Belo Horizonte nesta terça-feira (1º) para uma série de compromissos políticos. Durante a visita, ele defendeu um combate mais rigoroso às facções criminosas que atuam no Brasil, criticando a atual política de segurança pública do governo federal.
Críticas à segurança pública
Em entrevista coletiva, Flávio afirmou que o país precisa de uma abordagem mais firme no enfrentamento ao crime organizado. "As facções criminosas estão cada vez mais ousadas e é preciso uma resposta à altura do Estado", declarou. Ele também mencionou a importância de ações integradas entre as forças de segurança nos âmbitos federal, estadual e municipal.
O senador destacou que, durante seu mandato, tem trabalhado para propor leis que endureçam as penas para líderes de organizações criminosas. "Não podemos tratar crimes hediondos com benevolência. É necessário que o sistema penal seja eficiente e que os criminosos não tenham brechas para continuar atuando", completou.
Encontro com lideranças locais
Além da coletiva, Flávio se reuniu com lideranças políticas e representantes da segurança pública de Minas Gerais. O objetivo foi discutir estratégias para reduzir a violência no estado, que tem registrado aumento de casos ligados ao tráfico de drogas e disputas entre facções.
O senador também visitou bairros da região metropolitana de Belo Horizonte que são considerados áreas de risco. "Estive em comunidades que sofrem diariamente com a violência. A população clama por ações efetivas e nós, como representantes do povo, temos o dever de responder a esse clamor", afirmou.
Posicionamento sobre a segurança nacional
Flávio Bolsonaro aproveitou a ocasião para criticar a gestão federal na área de segurança. "O governo atual tem falhado em conter o avanço do crime. Precisamos de políticas que priorizem a inteligência policial e o combate ao financiamento das facções", disse.
O senador também defendeu a atuação das forças armadas em operações de garantia da lei e da ordem, desde que dentro dos limites constitucionais. "As forças armadas podem e devem ser usadas em situações extremas, mas é preciso que haja planejamento e controle", explicou.
Repercussão
A visita de Flávio Bolsonaro a Belo Horizonte gerou reações divididas. Enquanto apoiadores elogiaram sua postura firme contra o crime, críticos apontaram que suas propostas podem representar retrocessos em direitos humanos. O senador, no entanto, rechaçou as críticas: "Defender a segurança da população não é ser contra direitos humanos. Pelo contrário, o direito à vida é o mais fundamental de todos".
Flávio encerrou a agenda em Minas Gerais com um compromisso partidário, reforçando a importância de unir forças para as eleições de 2026. "Estamos construindo um projeto de país que priorize a segurança, a economia e o bem-estar social", finalizou.



