Falsa adolescente presa em SC enganou mulheres no Rio com história de exploração
Falsa adolescente presa em SC enganou mulheres no Rio

Uma mulher de 35 anos foi presa em Joinville, Santa Catarina, após se passar por adolescente e enganar uma família durante 14 meses. Amanda Maria Souza de Oliveira é conhecida por aplicar golpes semelhantes em outros estados, sempre utilizando histórias de exploração sexual e rituais de magia negra para obter a confiança de suas vítimas.

O golpe em Joinville

Amanda se apresentou como uma adolescente em situação de vulnerabilidade e foi acolhida por uma família na cidade catarinense. Durante mais de um ano, ela viveu sob falsa identidade, até que as suspeitas levaram à sua prisão. A investigação revelou que ela já havia cometido crimes similares no Rio de Janeiro.

Antecedentes no Rio de Janeiro

Em 2023, Amanda convenceu moradoras de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, de que era uma menina de 12 anos vítima de magia negra operada pelo próprio pai. Na época, ela utilizou documentos falsos e uma aparência jovial para enganar as vítimas. Fotografias anexadas ao processo no Rio mostram a mulher com características físicas que a faziam parecer muito mais jovem.

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Modus operandi

A criminosa costumava abordar mulheres, geralmente em contextos religiosos ou de assistência social, e contava histórias dramáticas de sofrimento. Ela afirmava ter fugido de uma rede de prostituição e de rituais de magia negra, o que gerava comoção e levava as vítimas a oferecerem abrigo e ajuda financeira.

Investigação e prisão

A polícia de Santa Catarina iniciou as investigações após denúncias de que uma adolescente suspeita vivia em Joinville. Ao confrontar Amanda, os agentes descobriram que ela já possuía mandados de prisão em aberto por estelionato e falsidade ideológica. Ela foi detida e agora responde pelos crimes.

Consequências legais

Amanda Maria Souza de Oliveira foi indiciada por estelionato e falsidade ideológica. A Justiça catarinense determinou sua prisão preventiva, e ela aguarda julgamento. O caso serve de alerta para a importância de verificar a identidade de pessoas que se apresentam como vítimas de situações extremas.

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