Cinco morrem em confronto com PM no Corte 8, em Duque de Caxias
Confronto no Corte 8 deixa cinco mortos em Duque de Caxias

Cinco homens morreram após troca de tiros com policiais militares na comunidade do Corte 8, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na manhã desta terça-feira (4). A ação, realizada por equipes do 15º BPM (Duque de Caxias), resultou na apreensão de armamento pesado e drogas.

Como aconteceu o confronto

Segundo a Polícia Militar, os agentes realizavam uma operação na comunidade quando foram atacados por criminosos armados. Houve intensa troca de tiros, e cinco homens acabaram baleados. Eles chegaram a ser socorridos, mas não resistiram aos ferimentos e morreram no local ou a caminho do hospital.

Moradores relataram que um carro blindado da PM permaneceu na região após o ocorrido, gerando apreensão entre a comunidade. A ocorrência foi registrada e encaminhada à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que assumiu a investigação para apurar as circunstâncias da ação.

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Material apreendido

Durante a ação, os policiais apreenderam dois fuzis, duas pistolas, dois rádios transmissores, um detector de drones e uma quantidade de material entorpecente ainda não divulgada. O material foi apresentado na delegacia, onde os casos serão investigados.

Até o momento, não há informações sobre a identidade dos mortos ou se eles possuíam passagens pela polícia. A DHBF deverá ouvir testemunhas e analisar imagens de câmeras de segurança para esclarecer a dinâmica do confronto.

Impacto na região

O caso reforça a preocupação com a violência na Baixada Fluminense, que tem registrado sucessivos confrontos entre policiais e criminosos. A comunidade do Corte 8, em Duque de Caxias, é uma das áreas com histórico de disputa territorial entre facções criminosas.

A Polícia Militar, em nota, afirmou que a operação visava combater o crime organizado na região e que os agentes agiram em legítima defesa. A corporação também informou que vai colaborar com as investigações da DHBF.

Moradores da comunidade pedem mais segurança e criticam a frequência das operações, que, segundo eles, colocam em risco a população civil. A DHBF não divulgou prazo para conclusão do inquérito.

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