Após a trágica morte de Maria Eduarda Rodrigues em um acidente de rope jump, perfis em redes sociais publicaram comentários de ódio contra a jovem. As postagens, que continham incitação a estupro e necrofilia, foram denunciadas por parlamentares e saíram do ar.
Reação de parlamentares
As deputadas Érika Hilton, Tábata Amaral e Talíria Petrone, entre outros, classificaram os ataques como misóginos e criminosos. Elas cobraram das plataformas digitais e da Polícia Federal a identificação e punição dos agressores.
Em suas redes sociais, as parlamentares destacaram que crimes de ódio contra mulheres, especialmente em situações de vulnerabilidade, não podem ser tolerados. Hilton afirmou que "a misoginia matou Maria Eduarda duas vezes".
Remoção dos perfis
Após a repercussão do caso e os pedidos de investigação, os perfis que compartilhavam as mensagens de ódio foram removidos. Ainda não há informações sobre a identidade dos responsáveis.
O caso reacende o debate sobre a responsabilidade das redes sociais no combate à violência de gênero online. Especialistas apontam que a remoção de conteúdo não é suficiente sem a punição dos autores.



