Banhistas na Praia da Barra, no Rio de Janeiro, denunciam agressões após massagens não solicitadas por parte de massagistas que atuam na orla. O caso ganhou repercussão após um vídeo viralizar nas redes sociais, mostrando uma mulher desferindo golpes em outra, supostamente durante uma discussão por causa do pagamento do serviço.
Vídeo viraliza e gera indignação
No vídeo, é possível ver uma turista sendo agredida após ser cobrada por uma massagem que não havia autorizado. A cena ocorreu na faixa de areia da Praia da Barra, uma das mais movimentadas da cidade. Relatos de outros banhistas indicam que a prática de aplicar massagens não solicitadas e depois exigir pagamento tem se tornado comum, gerando conflitos e sensação de insegurança.
Prefeitura do Rio lança operação Tolerância Zero
Em resposta aos relatos e à viralização do vídeo, a Prefeitura do Rio anunciou o lançamento da operação Tolerância Zero, com o objetivo de reforçar a fiscalização na orla. A ação inclui apreensões de materiais e equipamentos utilizados por massagistas sem autorização, além de protestos de camelôs que se sentem prejudicados. A prefeitura afirma que a medida visa coibir abusos e garantir a segurança dos frequentadores.
Relatos nas redes sociais
Nas redes sociais, diversos banhistas compartilharam experiências semelhantes, relatando que massagistas abordam os frequentadores, iniciam o serviço sem consentimento e depois cobram valores que variam de R$ 20 a R$ 50. “Fui abordada, a massagista começou a massagear meu ombro sem eu pedir, e depois exigiu R$ 30. Quando recusei, ela começou a me xingar”, contou uma turista em uma postagem no Instagram. Outro banhista afirmou ter presenciado uma discussão que quase resultou em agressão física.
Impacto na orla carioca
A situação tem gerado preocupação entre frequentadores e comerciantes da região. A Praia da Barra, conhecida por sua extensão e por atrair tanto moradores quanto turistas, agora enfrenta um clima de tensão. A operação Tolerância Zero promete intensificar o patrulhamento e a fiscalização, mas ainda não há dados oficiais sobre o número de ocorrências registradas. A prefeitura orienta que banhistas denunciem casos de assédio ou agressão pelo telefone 1746.



