O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encerrou sua visita à China sem anunciar acordos significativos para resolver impasses comerciais ou em outras áreas. Os dois líderes se reuniram na residência de Xi Jinping, em Pequim, e discutiram cooperação, mas não apresentaram avanços concretos.
Durante o encontro, Trump mencionou que os dois países pensam de forma semelhante sobre a situação no Irã, mas não houve anúncios sobre temas como o Estreito de Ormuz ou Taiwan. A ausência de acordos impactou os mercados: as bolsas de Nova York caíram e o preço do petróleo subiu.
Xi Jinping levou Trump ao complexo de Zhongnanhai, onde apontou para duas árvores entrelaçadas, símbolo de união. O presidente chinês disse que o convite era uma retribuição pela recepção em Mar-a-Lago, em 2017. Trump afirmou que resolveram muitos problemas, mas na prática não houve grandes anúncios.
Trump declarou à Fox News que a China concordou em comprar 200 aviões da Boeing, depois ampliando para 750, além de prometer investimentos em tecnologia e compras de soja e petróleo. No entanto, Pequim confirmou apenas a criação de conselhos de comércio e investimento, sem detalhar as compras mencionadas.



