Há exatos 40 anos, o Brasil testemunhou um dos episódios ufológicos mais emblemáticos de sua história: a chamada 'Noite Oficial dos Óvnis'. Em 1986, caças da Força Aérea Brasileira (FAB) foram mobilizados para interceptar e, se necessário, atacar 21 objetos não identificados detectados por radares militares.
O relato do piloto Kleber Marinho
O piloto Kleber Marinho, então no comando de um caça F-5, foi um dos protagonistas do evento. Em entrevista coletiva logo após os avistamentos, ele descreveu como o objeto apareceu no radar de sua aeronave. 'Era algo que se movia de forma errática, com velocidades e manobras impossíveis para qualquer aeronave convencional', afirmou Marinho.
Manobras impressionantes
Os objetos realizavam movimentos que desafiavam a física, como mudanças bruscas de direção e paradas repentinas no ar. Os pilotos relataram que os discos voadores pareciam ter total controle da situação, enquanto os caças da FAB lutavam para acompanhá-los. Em determinado momento, os militares receberam ordens para se preparar para um ataque, mas os objetos desapareceram antes que qualquer ação fosse tomada.
Um caso bem documentado
O evento é considerado até hoje um dos mais intrigantes e bem documentados do gênero no Brasil. Além dos relatos dos pilotos, os radares de solo e de bordo registraram os contatos, e a FAB produziu um relatório oficial sobre o ocorrido. 'A Noite Oficial dos Óvnis' continua gerando debates entre especialistas e entusiastas da ufologia.
Repercussão e legado
Na época, o caso ganhou grande repercussão na mídia nacional e internacional. Nos anos seguintes, tornou-se referência para estudos sobre fenômenos aéreos não identificados. Para muitos, a perseguição aos discos voadores em 1986 representa um marco na história da ufologia brasileira, provando que o governo levava a sério a possibilidade de visitas extraterrestres.



