A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um suposto esquema de fraude envolvendo o testamento do empresário Oswaldo Rodrigues Vieira Filho, que faleceu vítima de câncer terminal. O documento, assinado apenas duas horas antes de sua morte em um hospital, deixou bens avaliados em mais de R$ 1 bilhão, incluindo carros de luxo, empresas e imóveis.
Suspeitas de apropriação indevida
De acordo com as investigações, um homem identificado como sendo o principal beneficiário do testamento já recebia aluguéis de um imóvel pertencente ao empresário antes mesmo de sua morte. A polícia suspeita que ele e uma advogada envolvida no processo possam ter se apropriado indevidamente dos bens.
Condições mentais questionadas
Outro ponto levantado pela polícia é que Oswaldo Rodrigues Vieira Filho, na ocasião da assinatura do testamento, não estaria em plenas condições mentais devido ao estágio avançado da doença. Isso levantou dúvidas sobre a validade do documento.
Bens estimados em mais de R$ 1 bilhão
O patrimônio do empresário inclui empresas detentoras de precatórios milionários, imóveis de alto padrão e uma frota de veículos de luxo. A investigação busca esclarecer se houve coação ou influência indevida na elaboração do testamento.
A Polícia Civil continua apurando o caso e já ouviu testemunhas. A advogada e o homem que recebia os aluguéis são considerados suspeitos e podem ser indiciados por fraude processual e apropriação indébita.



