Operação retira quase meia tonelada de barracas no Parque da Tijuca
Quase meia tonelada de barracas retiradas no Parque da Tijuca

Uma operação conjunta retirou quase meia tonelada de barracas e entulhos de acampamentos irregulares no Monte Cardoso, uma área protegida do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A ação, realizada por órgãos ambientais e de segurança, visou combater a ocupação ilegal que vinha sendo feita por grupos religiosos e frequentadores da floresta.

Detalhes da operação

Segundo informações divulgadas, foram removidos aproximadamente 400 quilos de materiais, incluindo barracas, lonas e outros resíduos deixados por acampamentos clandestinos. O Monte Cardoso é uma região de preservação ambiental dentro do parque, e a presença de acampamentos irregulares causa danos à fauna e à flora locais, além de representar risco de incêndios florestais.

A operação contou com a participação de agentes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), da Polícia Militar Ambiental e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro. As equipes percorreram a trilha de acesso ao Monte Cardoso e identificaram diversos pontos de acampamento, muitos deles com estruturas montadas há semanas.

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Impacto ambiental

O Parque Nacional da Tijuca é uma das maiores florestas urbanas do mundo e abriga espécies ameaçadas de extinção. A ocupação irregular no Monte Cardoso vinha causando compactação do solo, poluição por resíduos e perturbação da vida silvestre. De acordo com o ICMBio, a área será monitorada para evitar novas invasões e serão aplicadas multas aos responsáveis pelos acampamentos.

“A retirada desses materiais é fundamental para a recuperação da vegetação nativa e para a segurança dos visitantes. Vamos intensificar a fiscalização para coibir práticas ilegais dentro do parque”, afirmou um porta-voz do ICMBio.

Contexto dos acampamentos

O Monte Cardoso é utilizado por grupos religiosos para rituais e por visitantes que buscam contato com a natureza, mas a prática de acampar sem autorização é proibida. A operação desta semana foi a maior já realizada na região, e as autoridades esperam que sirva de alerta para a população sobre a importância de respeitar as normas de conservação.

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