O Brasil registra contrastes climáticos acentuados nesta segunda-feira, 26 de julho de 2026. Enquanto o Sul do país enfrenta alertas de temporais com risco de alagamentos e transbordamentos, as regiões Sudeste, Centro-Oeste e grande parte do Nordeste permanecem sob tempo estável e seco, com temperaturas em elevação.
Alerta no Sul: temporais e acumulados elevados
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para tempestades no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A previsão indica chuvas intensas, com acumulados que podem superar 200 mm em sete dias no estado gaúcho. Há risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de terra em áreas vulneráveis. Os ventos podem ultrapassar 60 km/h, e há possibilidade de granizo isolado.
Tempo seco predomina no Sudeste e Centro-Oeste
Em contraste, o Sudeste brasileiro terá um dia de céu claro e baixa umidade. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo registram temperaturas máximas entre 30°C e 36°C. O Centro-Oeste também enfrenta tempo seco, com Goiás e o Distrito Federal atingindo picos de calor. A umidade relativa do ar pode cair abaixo de 30% em algumas localidades, exigindo cuidados com a hidratação.
Nordeste e Norte: estabilidade e chuvas isoladas
No Nordeste, a maior parte da região terá tempo firme, com exceção de áreas litorâneas da Bahia e de Pernambuco, onde podem ocorrer chuvas rápidas. No Norte, a instabilidade diminuiu em relação aos dias anteriores, mas ainda há previsão de pancadas isoladas no Amazonas, Pará e Rondônia. As temperaturas na região variam entre 24°C e 32°C.
Temperaturas extremas: de 11°C a 36°C
O Inmet também divulgou a amplitude térmica no país. As menores temperaturas são esperadas no Sul, com mínimas de 11°C na Serra Gaúcha, enquanto o Norte e o Nordeste registram as máximas mais altas, chegando a 36°C no Piauí e no Maranhão.
As condições climáticas reforçam a necessidade de acompanhamento constante dos alertas meteorológicos, especialmente no Sul, onde os temporais podem causar transtornos significativos. A população deve evitar áreas de risco e seguir as orientações da Defesa Civil.



