O primeiro dia de liberdade de Monique Medeiros, após receber perdão judicial pela morte do filho Henry Borel, foi marcado por reclusão e preocupações com a segurança. Segundo sua defesa, a professora sofre ameaças e permanece isolada com familiares, enquanto o Ministério Público e a assistência de acusação tentam anular o julgamento que resultou na desclassificação do crime para culposo.
Detalhes do caso
Monique deixou o Complexo de Gericinó na última quinta-feira, após decisão judicial que concedeu o perdão. O crime, inicialmente tratado como homicídio doloso, foi reclassificado para culposo, o que permitiu a extinção da punibilidade. A defesa alega que a decisão foi correta, mas o Ministério Público do Rio de Janeiro já recorreu, argumentando que houve irregularidades no processo.
Reações e próximos passos
Enquanto aguarda os desdobramentos judiciais, Monique vive sob forte estresse emocional. A defesa informou que ela não pretende se manifestar publicamente no momento. O caso de Henry Borel, que chocou o país, continua a gerar debates sobre a atuação do sistema judiciário e a proteção de vítimas de violência doméstica.
A expectativa é que o Tribunal de Justiça analise o recurso do Ministério Público nas próximas semanas. Até lá, Monique permanece em liberdade, mas sob monitoramento judicial e com restrições impostas pela Justiça.



