Mestre Augusto Lima era próximo de políticos ainda não investigados pela PF
Mestre Augusto Lima próximo de políticos não investigados

O mestre de obras Augusto Lima, preso na última fase da Operação da Polícia Federal que investiga desvios na educação, mantinha relações próximas com políticos que ainda não foram alvo das investigações, segundo fontes ouvidas pelo blog. Lima, conhecido como 'Mestre Augusto', é apontado como um dos articuladores de um esquema de fraudes em licitações e superfaturamento de obras em prefeituras do interior.

Relações políticas

De acordo com os investigadores, Augusto Lima tinha acesso a gabinetes de parlamentares e participava de reuniões com prefeitos e secretários municipais. 'Ele era uma espécie de consultor informal para obras, mas usava isso para direcionar licitações', afirmou um delegado. A PF acredita que os políticos que aparecerem nas próximas fases da operação podem ser peças-chave para entender a extensão do esquema.

Investigações em andamento

A operação, batizada de 'Construtor', já cumpriu mandados de busca e apreensão em três estados. Até o momento, ninguém foi denunciado, mas a PF afirma que há indícios de que o grupo movimentou mais de R$ 50 milhões em contratos superfaturados. Augusto Lima permanece preso temporariamente enquanto a Justiça analisa o pedido de prisão preventiva.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Próximos passos: A Polícia Federal não descarta novas prisões nas próximas semanas. Os nomes dos políticos ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que alguns sejam convocados a depor. O caso segue sob sigilo.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar