Condenação de 14 anos por morte de garota de programa em Anápolis
Condenação de 14 anos por morte de garota de programa

A Justiça de Anápolis, na região central de Goiás, condenou Valdizio Neto dos Santos Almeida a 14 anos de prisão pela morte de Samylla Alves Guimarães, de 27 anos. Uma câmera de segurança registrou o momento em que a transexual entra em um carro pouco antes de ser encontrada morta. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Valdizio.

Detalhes do crime

O corpo de Samylla foi encontrado no dia 18 de julho de 2025, e a sentença ocorreu em um Tribunal do Júri na quarta-feira (10). Segundo a sentença, Valdizio matou a vítima a tiros em uma área de mata próxima à Universidade Estadual de Goiás (UEG). O documento destaca que o local do crime dificultou o socorro da vítima. Além da pena por homicídio qualificado, Valdizio terá que pagar R$ 150 mil em indenização à família da vítima.

Investigação

De acordo com o delegado Cleiton Lobo, Samylla trocou mensagens com o acusado pouco antes de ser filmada sendo buscada de carro na mesma noite do crime. "Não sabemos se ela chegou a fazer um programa. Sabemos que ela saiu para fazer um programa com essa pessoa. Agora, ele alegou, informalmente, que deixou ela em outra via da cidade e não teve contato com ela", afirmou o delegado na época. Testemunhas relataram ter ouvido barulhos de tiros e um veículo em alta velocidade deixando o local. Com a placa do veículo filmada, o carro foi localizado e o homem preso pela Polícia Militar.

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A motivação do crime não foi revelada na sentença, e o réu não tinha antecedentes criminais. O delegado mencionou que Samylla havia exposto alguns clientes nas redes sociais, mas não havia indícios de que o investigado tivesse sido exposto pela vítima.

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