Empatia e Apoio aos Azarões: Crônica de um Restaurante Indiano em Botafogo
Empatia e Apoio aos Azarões: Crônica de um Restaurante

Leo Aversa, fotógrafo e colunista, compartilha suas observações sobre um pequeno restaurante indiano localizado em Botafogo, Rio de Janeiro. A crônica, publicada originalmente em 9 de junho de 2026, destaca a iluminação fria do estabelecimento, que parecia afastar potenciais clientes e ameaçar seu sucesso.

Um Olhar sobre o Restaurante Indiano

O autor, que não é fã da culinária indiana, admite torcer de longe pelo restaurante. Ele descreve como a atmosfera do local, com sua luz fria, contrastava com o ambiente acolhedor esperado para um restaurante. Essa característica, segundo ele, poderia ser um obstáculo para atrair clientes, mas ainda assim, há uma esperança de que o negócio prospere.

Reflexão sobre Empatia e Azarões

Paralelamente, Aversa reflete sobre a importância da empatia e do apoio aos chamados "azarões" na vida. Ele compara a situação do restaurante com a de seleções menos favorecidas em competições esportivas, como Curaçao e Haiti na Copa do Mundo. O autor expressa sua torcida modesta por esses times, mesmo estando longe, e ressalta que sem empatia, não se chega a lugar algum.

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A crônica conclui com uma mensagem de solidariedade: "Contem com a minha modesta torcida, mesmo de longe. Sem empatia, a gente não chega nem à esquina." Essa frase resume o tom do texto, que mescla observações cotidianas com reflexões mais profundas sobre a vida e as relações humanas.

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