Apenas 5 universidades brasileiras melhoram em ranking global de 2026
5 universidades brasileiras melhoram em ranking global de 2026

O ranking global de universidades de 2026, divulgado pela QS World University Rankings, revelou que apenas cinco instituições brasileiras conseguiram melhorar suas posições em relação ao ano anterior. O levantamento avaliou mais de 1.500 universidades em todo o mundo, considerando critérios como reputação acadêmica, empregabilidade dos graduados e produção científica.

Universidades que subiram no ranking

Entre as brasileiras, a Universidade de São Paulo (USP) manteve-se como a melhor colocada, mas subiu algumas posições, alcançando o 115º lugar global. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) também avançou, ocupando agora a 220ª posição. Outras instituições que melhoraram foram a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Destaques e quedas

Embora algumas universidades tenham subido, a maioria das instituições brasileiras perdeu posições ou manteve-se estável. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade de Brasília (UnB) foram algumas das que caíram no ranking. O desempenho geral reflete desafios como cortes orçamentários e falta de investimento em pesquisa.

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Critérios de avaliação

A QS utiliza indicadores como reputação acadêmica (40% da nota), reputação entre empregadores (10%), proporção de alunos por professor (20%), citações por artigo (20%), proporção de professores internacionais (5%) e proporção de alunos internacionais (5%). As universidades brasileiras têm se destacado em citações, mas perdem pontos em internacionalização e infraestrutura.

Ranking global

No topo do ranking mundial, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) lidera pelo 13º ano consecutivo, seguido por Cambridge e Oxford. Entre os países da América Latina, o Brasil tem a maior representação, com 23 instituições listadas, mas perde para o Chile em qualidade média.

Para especialistas, o resultado reforça a necessidade de políticas públicas que fortaleçam o ensino superior e a pesquisa no Brasil, especialmente em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país.

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