Figueirense adota lei do silêncio após atraso salarial e ameaça de greve
Figueirense adota lei do silêncio após salários atrasados

Os jogadores do Figueirense se reuniram na manhã desta quinta-feira, no CFT do Cambirela, com o gerente de futebol Túlio Guerreiro, e decidiram, em conjunto, não conceder entrevistas à imprensa. A medida, apelidada de 'lei do silêncio', ocorre após atrasos salariais que afetam parte do elenco.

Ameaça de greve e treino mantido

Conforme apurado pelo ge, os atletas haviam ameaçado não treinar devido aos salários atrasados. Após mais de uma hora e meia de conversas, o elenco optou pela 'lei do silêncio', mas o treino ocorreu normalmente. Alguns jogadores têm passado por dificuldades familiares e até de locomoção para o centro de treinamento por causa das questões financeiras.

Detalhes dos atrasos

Os atletas que chegaram ao clube nesta temporada têm dois meses de salários atrasados, enquanto os remanescentes de 2025 acumulam dois meses de atrasos nos direitos de imagem. A folha salarial do Figueirense é de aproximadamente R$ 1,5 milhão por mês.

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Quem iria conversar com os jornalistas era o meia Dudu, mas Túlio Guerreiro esclareceu a situação. O dirigente afirmou aos atletas que o clube busca alternativas e que na próxima semana uma nova reunião com o grupo deve ser realizada para dar respostas.

Diretoria busca soluções

Segundo a diretoria, o presidente da SAF do Figueirense, Rafael Franzoni, está em busca de possibilidades de levantar os valores para o pagamento dos atletas. Ainda foi confirmado que o clube terá saídas nesta janela de transferências, entre elas a de Léo Maia, que tem proposta do futebol europeu. Já Igor Bolt e Renan Areias receberam apenas sondagens até o momento.

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