Falsa advogada é presa por fraude milionária em obras de arte no Rio
Falsa advogada presa por fraude milionária em obras de arte

A socialite carioca Michele Coelho Montenegro, conhecida por circular entre a alta sociedade do Rio de Janeiro, foi presa na última semana em Ipanema sob suspeita de cometer uma fraude milionária envolvendo a venda de obras de arte e imóveis. Ela se apresentava como advogada, mas não possuía registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Quem é Michele Montenegro?

Michele é filha de um almirante-médico, irmã de uma desembargadora e sobrinha de um banqueiro. Apesar da origem privilegiada, acumula uma série de processos criminais. Ela ocupava um cargo na Casa Civil do Estado do Rio de Janeiro, do qual foi exonerada após a prisão.

Como funcionava o esquema?

De acordo com as investigações, Michele utilizava sua aparência de sucesso e suas conexões familiares para ganhar a confiança das vítimas. Ela oferecia obras de arte de alto valor e imóveis em locais nobres, mas nunca concluía as transações. As vítimas, que acreditavam estar fazendo negócios seguros, acabavam perdendo grandes quantias.

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Os prejuízos causados por Michele já ultrapassam R$ 2 milhões. A polícia acredita que o número de vítimas pode ser ainda maior, já que muitas pessoas podem ter vergonha de denunciar por se tratar de uma figura conhecida na sociedade.

Outros crimes

Michele Montenegro não é novata no mundo do crime. Ela já responde a outros processos por estelionato, falsificação de documentos e até mesmo por se passar por advogada em ocasiões anteriores. Em um dos casos, ela teria cobrado honorários de clientes sem nunca ter atuado juridicamente.

Repercussão

A prisão de Michele causou grande repercussão nos meios sociais e jurídicos do Rio. Muitos conhecidos da socialite se disseram surpresos, afirmando que ela sempre demonstrou ter uma vida de luxo e que jamais imaginariam que estivesse envolvida em atividades ilegais.

A defesa de Michele ainda não se manifestou oficialmente sobre as acusações. Ela permanece presa à disposição da Justiça, aguardando o julgamento dos processos.

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