Tapete verde de plantas aquáticas toma conta do Lago Paranoá em Brasília
Plantas aquáticas formam tapete verde no Lago Paranoá

Quem passa pelo Deck Sul, na L4 Sul, em Brasília, se depara com uma cena curiosa na manhã deste domingo (7): um tapete de plantas aquáticas toma conta do espelho d'água do Lago Paranoá. De acordo com a Caesb, responsável pela remoção das plantas, a presença da espécie é um fenômeno natural que varia ao longo do ano.

Fenômeno natural e sazonal

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) explica que há períodos em que essas plantas crescem com mais velocidade e em maior volume, influenciadas por fatores como luminosidade, temperatura, profundidade e condições naturais do ambiente. A retirada das plantas é feita pelo barco Papaguapé, que atua especialmente na região do Deck Sul e em outros pontos de acúmulo.

Remoção de 2,5 mil metros cúbicos

Segundo a Caesb, somente neste ano, já foram removidos aproximadamente 2,5 mil metros cúbicos de plantas aquáticas. A operação continua em andamento, conforme a necessidade identificada pelas equipes em campo. A companhia afirma que o fenômeno não tem relação com o aparecimento de algas no espelho d'água nem com o tratamento de água realizado pela empresa.

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A Caesb reforça que não há risco à qualidade da água, à fauna ou aos usuários do Lago Paranoá. O lago segue monitorado, seguro e apto aos seus múltiplos usos, incluindo abastecimento, lazer e esporte.

Registro do fenômeno

Em 2025, as chuvas intensas já haviam provocado aumento das plantas aquáticas no Lago Paranoá. A Caesb esclarece que, assim como ocorre com outras espécies vegetais, há épocas de maior crescimento, exigindo intensificação do trabalho de remoção, da mesma forma que a manutenção de áreas verdes demanda mais cortes de grama nos períodos de maior desenvolvimento.

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