A inteligência artificial está redefinindo as prioridades empresariais, colocando a segurança de redes e a governança no centro das operações. De acordo com especialistas, as empresas que não integrarem essas áreas correm o risco de ficar para trás em um mercado cada vez mais digitalizado.
O papel da IA na segurança cibernética
A IA permite a identificação proativa de ameaças, automatizando respostas a incidentes e reduzindo o tempo de inatividade. Um estudo recente da Gartner indica que 67% das organizações aceleraram a transformação digital com IA, mas 45% citam a segurança como a principal preocupação. "A IA não é apenas uma ferramenta de eficiência; é uma estrutura para confiança", disse Maria Silva, Diretora de Inovação da Claro Empresas.
Governança de dados como pilar estratégico
Com o aumento do volume de dados, a governança tornou-se essencial para garantir conformidade regulatória e privacidade. A IA ajuda a classificar dados, monitorar acessos e detectar anomalias. Segundo a consultoria IDC, até 2026, 80% das empresas terão adotado algum tipo de governança orientada por IA.
Impacto nos modelos de negócio
A centralização da segurança e governança impacta diretamente a tomada de decisões. Empresas que implementam essas práticas reportam maior confiança dos clientes e vantagem competitiva. "Quem não investir agora, terá que correr atrás depois", alerta João Santos, analista de cibersegurança.
Desafios e próximos passos
Apesar dos benefícios, a integração da IA com segurança e governança enfrenta desafios como falta de talento especializado e custos de implementação. No entanto, a tendência é irreversível. A Claro Empresas, por exemplo, já oferece soluções que combinam IA e segurança gerenciada.



