As ações da Apple acumulam alta de mais de 24% em 2026, impulsionadas por otimismo com inteligência artificial e novos produtos. No entanto, a divulgação do balanço do segundo trimestre pode trazer volatilidade. O mercado espera crescimento de receita, mas margens e guidance serão cruciais para o rali.
Desempenho recente da Apple
Em 2026, a Apple superou o índice Nasdaq em quase 10 pontos percentuais. O lançamento do iPhone 17 e a expansão de serviços foram os principais catalisadores. A ação atingiu máxima histórica em junho, mas o balanço pode definir o rumo.
O que esperar do balanço
Analistas projetam receita de US$ 95 bilhões, alta de 5% ano a ano. A margem bruta deve ficar em 46,5%. O segmento de serviços continua sendo o destaque, com crescimento de 12%. Por outro lado, vendas na China podem pressionar.
“O mercado já precificou um bom resultado. Qualquer surpresa negativa pode gerar correção”, afirma analista da XP. O CEO Tim Cook deve comentar sobre investimentos em IA e o cenário macro.
Impacto no rali
Com a alta acumulada, a Apple negocia a 32 vezes lucro esperado, acima da média histórica. Se o balanço decepcionar, o rali pode perder força. Porém, se a empresa superar expectativas, há espaço para novas máximas.
Investidores devem ficar atentos ao guidance para o terceiro trimestre. A Apple costuma ser conservadora, mas qualquer sinal de desaceleração pode abalar a confiança.



