Nunes nega irregularidades em contrato com ONG de produtora de Dark Horse e sugere teor político
Nunes nega irregularidades em contrato com ONG de Dark Horse

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), negou nesta terça-feira qualquer irregularidade no contrato firmado entre a prefeitura e uma ONG ligada à produtora do filme “Dark Horse”. Em entrevista coletiva, Nunes classificou as denúncias como “politicamente motivadas” e questionou o timing da investigação: “Por que só agora veio essa questão?”

Detalhes do contrato

O contrato, no valor de R$ 2,5 milhões, foi assinado em 2024 para a realização de eventos culturais na cidade. A ONG responsável, segundo a prefeitura, tem histórico de parcerias com o poder público e foi selecionada por meio de edital. Nunes afirmou que todos os trâmites legais foram seguidos e que a documentação está disponível para auditoria.

Reação da oposição

Vereadores da oposição protocolaram um pedido de investigação na Câmara Municipal, alegando superfaturamento e favorecimento. O líder do PT na casa, João Batista, disse que “há indícios de desvio de finalidade” e que a ONG não teria capacidade técnica para executar o projeto. Nunes rebateu: “É uma tentativa de desgastar a administração em ano eleitoral.”

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Defesa do prefeito

O prefeito destacou que a ONG já realizou eventos semelhantes em outras gestões e que o contrato passou por análise jurídica. “Não há nada de errado. Se houver, que se prove”, desafiou. Ele também criticou a imprensa por dar espaço à denúncia sem verificar os fatos.

Próximos passos

A Controladoria-Geral do Município abriu uma sindicância para apurar a legalidade do contrato. O resultado deve sair em até 30 dias. Enquanto isso, a oposição promete manter a pressão. Nunes, por sua vez, segue sua agenda normalmente e afirmou que não se deixará abalar por “acusações infundadas”.

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