Governo rechaça tarifa de 12,5% dos EUA e fala em manipulação de direitos humanos
Governo rechaça tarifa de 12,5% dos EUA e fala em manipulação

O governo brasileiro rechaçou a tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, classificando a medida como uma manipulação de um tema caro aos direitos humanos. A declaração foi feita por Durigan, que também rejeitou o risco de um 'all in' fiscal do governo Lula no ano eleitoral.

Reação do governo à tarifa dos EUA

Durigan afirmou que a tarifa de 12,5% é injustificada e que os EUA estão usando o tema de direitos humanos de forma manipuladora. 'Não aceitamos essa acusação. O Brasil tem um histórico sólido em direitos humanos e essa tarifa é uma medida protecionista disfarçada', disse.

Impacto econômico e fiscal

A tarifa atinge 99,4% das importações brasileiras para os EUA, segundo dados do governo. A medida pode impactar setores como agronegócio e indústria, que dependem do mercado americano. Durigan destacou que o governo não pretende adotar uma política de 'all in' fiscal para compensar as perdas, mantendo o compromisso com a responsabilidade fiscal.

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Contexto político e eleitoral

Em ano eleitoral, a pressão sobre o governo aumenta. Durigan negou que haja risco de expansão fiscal descontrolada, apesar das demandas por gastos sociais. 'Nosso compromisso com o equilíbrio das contas públicas permanece', afirmou.

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