Brasil rejeita tarifa dos EUA de 12,5% e nega 'all in' fiscal em ano eleitoral
Brasil rejeita tarifa dos EUA de 12,5% e nega 'all in' fiscal

Governo brasileiro rejeita tarifa de 12,5% dos Estados Unidos

O governo brasileiro rechaçou a tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos, que passa a valer hoje, e afirmou que a medida manipula um tema caro aos direitos humanos. A taxação, baseada em alegações de trabalho forçado, atinge 99,4% das importações do país, segundo informações oficiais.

Durigan nega risco de 'all in' fiscal e promete superávit

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, rejeitou o risco de um 'all in' fiscal do governo Lula no ano eleitoral. Em declaração, ele afirmou: 'Vamos melhorar o superávit custe o que custar'. A declaração visa tranquilizar o mercado sobre a responsabilidade fiscal.

Impacto da tarifa e reação do governo

A tarifa de 12,5% foi anunciada pelos EUA como parte de medidas contra trabalho forçado. O Brasil respondeu que a medida é injusta e prejudica as relações comerciais. O governo estuda medidas de retaliação, mas busca evitar uma escalada na guerra comercial.

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Mercado reage com cautela

O Ibovespa caiu com a nova tarifa, refletindo a preocupação dos investidores. Especialistas apontam que a medida pode afetar exportações brasileiras, especialmente de setores como mineração e agricultura. A CSN Mineração, por exemplo, saltou 40% em julho, mas o cenário ainda é incerto.

JPMorgan alerta sobre fluxo estrangeiro

O JPMorgan fez um alerta de que o alívio no fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira não vai durar. O banco rebaixou a recomendação para Caixa Seguridade e prefere IRB e Porto em seguros, fazendo com que CXSE3 caísse forte.

Yellen defende dólar como moeda insubstituível

A secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, afirmou na Expert XP que 'não existe moeda que possa substituir o dólar'. A declaração reforça a hegemonia da moeda americana, mesmo com o crescimento de alternativas como o yuan.

IA amplia produtividade, mas inflação preocupa

Gestores apontam que a inteligência artificial amplia margem e produtividade, mas a inflação segue como o maior risco. A discussão ocorreu durante a Expert XP 2026, onde especialistas debateram os desafios econômicos.

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