Pré-candidatos ao Senado por MS em 2026: veja nomes
Pré-candidatos ao Senado por MS em 2026: lista

O cenário para o Senado em Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026 começa a ganhar forma, com nomes de diferentes partidos já colocados como pré-candidatos para ocupar duas vagas no Senado. Entre os nomes estão: a então senadora Soraya Thronicke (PSB); o senador Nelsinho Trad (PSD), que também tenta a reeleição; o deputado federal Vander Loubet (PT); o ex-deputado Capitão Contar (PL); o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL); e o deputado federal Marcos Pollon (PL).

Soraya Thronicke (PSB)

Soraya Thronicke, agora filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), disputa a reeleição. Ela já passou pelo Partido Social Liberal (PSL) e pelo União Brasil antes de chegar à atual legenda. A senadora busca consolidar apoio em setores de centro e manter diálogo com o governo federal. Nos bastidores, trabalha para ampliar alianças e fortalecer sua base no interior do estado.

Nelsinho Trad (PSD)

Nelson Trad Filho, do Partido Social Democrático (PSD), também tenta permanecer no cargo. Sem mudança recente de partido, ele aposta na articulação municipalista e em sua experiência política. O senador tem buscado apoio entre prefeitos e lideranças regionais, além de manter proximidade com partidos de centro.

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Vander Loubet (PT)

Entre os novos nomes, Vander Loubet, deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), aparece como pré-candidato. Ele não mudou de partido e aposta no alinhamento com o governo federal para ampliar apoios. A estratégia inclui atrair partidos de esquerda e centro-esquerda e fortalecer a presença em municípios estratégicos.

Capitão Contar (PL)

No campo da direita, o ex-deputado estadual Capitão Contar, do Partido Liberal (PL), também se coloca na disputa. Ele ganhou projeção nas eleições para o governo de Mato Grosso do Sul em 2022. Contar tenta consolidar apoio entre eleitores conservadores. A candidatura depende da organização interna do partido e da definição de prioridades dentro do PL.

Reinaldo Azambuja (PL)

Outro nome do Partido Liberal é o ex-governador Reinaldo Azambuja, que deixou o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e se filiou ao PL. A mudança redesenhou o cenário político no estado. Azambuja tem forte capital político e busca unir lideranças de direita em torno de sua candidatura, além de negociar apoios com outras siglas.

Marcos Pollon (PL)

Também no PL, o deputado federal Marcos Pollon surge como alternativa do partido. Sem mudança recente de legenda, ele aposta no eleitorado conservador e em pautas ligadas à segurança pública. A definição sobre qual nome terá prioridade na sigla deve ocorrer ao longo das articulações.

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