Flávio Bolsonaro e Lula lideram rejeição em pesquisa para 2026
Flávio e Lula têm maior rejeição para Presidência

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são os dois nomes de maior rejeição entre os potenciais candidatos à Presidência da República, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (21). No levantamento, os entrevistados puderam indicar todos os candidatos em quem “não votariam de jeito nenhum”.

Flávio lidera numericamente com 50%; Lula tem 48%

Flávio Bolsonaro aparece com 50% das citações de rejeição, seguido por Lula, com 48%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ambos estão em empate técnico. O resultado indica que os dois principais polos da disputa nacional também concentram a maior resistência do eleitorado.

Em pesquisas eleitorais, a rejeição é considerada um indicador importante por apontar o limite de crescimento de uma candidatura, especialmente em cenários de segundo turno.

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Caiado, Zema e Daciolo aparecem na sequência

Depois de Flávio e Lula, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), registra 39% de rejeição. Na sequência aparecem o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o ex-deputado Cabo Daciolo, ambos com 37%. Renan Santos vem em seguida, com 33% das menções negativas. Joaquim Barbosa e Rui Costa Pimenta (PCO) aparecem empatados, com 31% cada.

Menores rejeições: Leonardo Avalanche, Samara Martins e Augusto Cury

Na faixa de menor rejeição, Leonardo Avalanche soma 30%, seguido por Samara Martins, com 29%, e Hertz Dias, com 28%. Edmilson Costa registra 27%, enquanto o escritor Augusto Cury é o nome menos rejeitado do levantamento, com 25%.

A pesquisa também mostra que apenas 2% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em todos os nomes apresentados. Outros 2% disseram não saber ou preferiram não responder.

Metodologia e registro

O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 20 de julho, com 2.000 eleitores entrevistados presencialmente em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi financiada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05864/2026.

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