O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou-se nesta terça-feira sobre a operação wi-fi, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo, que investiga supostas irregularidades envolvendo o uso de recursos públicos. Em declaração à imprensa, o parlamentar afirmou esperar que parte da corporação não seja utilizada para fins eleitoreiros.
Críticas à operação
Flávio Bolsonaro classificou a ação como uma tentativa de perseguição política e disse confiar na Justiça para esclarecer os fatos. "Espero que a maioria dos policiais de São Paulo seja séria e não se preste a esse tipo de manobra", declarou o senador, que negou qualquer envolvimento em irregularidades.
Contexto da investigação
A operação wi-fi foi autorizada pela Justiça e cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. As investigações apuram possível desvio de recursos destinados a programas sociais.
- Flávio Bolsonaro afirma que não há provas contra ele.
- Defesa do senador diz que ação é política.
- Polícia de São Paulo não comenta as declarações.
O senador ainda criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, por não se posicionar sobre o caso. "O governador deveria garantir que a polícia não seja usada como instrumento de perseguição", afirmou.
Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que a operação pode ter desdobramentos eleitorais, mas destacam a importância da apuração independente. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em sigilo.



