EUA retomam ataques ao Irã; Lula lidera com 45% no 2º turno
EUA retomam ataques ao Irã; Lula lidera com 45%

Os Estados Unidos retomaram ataques ao Irã na manhã desta quarta-feira (15), após concluírem uma ofensiva noturna, e restabeleceram o bloqueio naval aos portos iranianos próximos ao Estreito de Ormuz. A escalada das tensões no Oriente Médio elevou os preços do petróleo, com o WTI subindo 0,89% para US$ 80,05 o barril e o Brent avançando 1,04% para US$ 85,62.

Pesquisa Quaest: Lula amplia vantagem

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta mostra o presidente Lula com 45% das intenções de voto no segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que tem 37% — uma diferença de 8 pontos percentuais. No primeiro turno, Lula abriu 12 pontos de vantagem sobre Flávio desde o anúncio de possíveis novas sanções dos EUA ao Brasil.

Mercados internacionais

O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,13%, cotado a 762 iuanes (US$ 112,54), impulsionado por preocupações com a oferta após trabalhadores da BHP prometerem greve em um porto australiano. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi sul-coreano saltou 6,3%, o Nikkei subiu 1,49%, o Hang Seng avançou 1,40% e o ASX 200 australiano teve alta de 0,37%. Já o Shanghai SE recuou 0,29%.

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Na Europa, as bolsas operam em queda: o STOXX 600 cai 0,11%, o DAX alemão recua 0,72%, o FTSE 100 perde 0,21%, o CAC 40 francês cede 0,19% e o FTSE MIB italiano recua 0,50%. A cautela com as tensões no Oriente Médio ofusca resultados sólidos de empresas como Richemont e ASML.

Indicadores econômicos

O PIB da China desacelerou para 4,3% no segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, a menor taxa em três anos e meio, ante 5,0% no primeiro trimestre. Na zona do euro, a produção industrial caiu 0,2% em maio ante abril, contrariando a expectativa de alta de 0,2% dos analistas consultados pela FactSet. Na comparação anual, a produção recuou 1,2% em maio.

Nos Estados Unidos, os índices futuros operam em leve alta: Dow Jones futuro +0,04%, S&P 500 futuro +0,11% e Nasdaq futuro +0,39%. O movimento é impulsionado por dados de inflação mais fracos: o CPI de junho caiu 0,4% no mês, elevando a taxa anual para 3,5%, abaixo das expectativas de 3,8%.

Brasil sob pressão comercial

O Brasil se prepara para novas tarifas dos EUA, enquanto Washington amplia a pressão comercial. Acompanhe a cobertura diária sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas. Sugestões, dúvidas e críticas: lara.rizerio@infomoney.com.br.

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