O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a atacar a credibilidade das urnas eletrônicas sem apresentar provas. Em vídeo nas redes sociais, ele afirmou que o sistema de votação é vulnerável a fraudes e que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não teria condições de garantir a segurança do pleito. A fala, sem qualquer evidência, exige vigilância do TSE para coibir a desinformação.
Alegações sem fundamento
Flávio repetiu argumentos já desmentidos pelo TSE e por especialistas. Disse que urnas poderiam ser hackeadas e que o código-fonte não é transparente. Na verdade, o sistema é auditado por entidades como a Polícia Federal e universidades. Em 2022, mais de 30 entidades fiscalizaram o processo e não encontraram fraudes. A declaração do senador, segundo o TSE, busca minar a confiança nas eleições.
Impacto na democracia
A desinformação sobre o processo eleitoral pode desestimular o voto e gerar instabilidade. Em nota, o TSE afirmou que “a propagação de notícias falsas sobre as urnas é inaceitável e será combatida com rigor”. A Corte já solicitou a remoção de conteúdos similares. Especialistas alertam que a repetição de alegações infundadas, mesmo sem provas, pode influenciar eleitores menos informados.
Ação necessária do TSE
O TSE deve intensificar a fiscalização e a comunicação para esclarecer a população. Campanhas de esclarecimento sobre a segurança das urnas e o combate a fake news são essenciais. A Corte também pode acionar a Justiça para responsabilizar quem divulga desinformação. A credibilidade do sistema eleitoral é pilar da democracia e não pode ser abalada por alegações vazias.



