Tarcísio vê revés em pesquisa ao Senado em SP como 'normal'; esquerda otimista
Tarcísio vê revés em pesquisa ao Senado em SP como 'normal'

A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (7) indica que a disputa ao Senado por São Paulo tem Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na liderança, com 23% e 21% das intenções de voto, respectivamente. Em seguida aparecem Ricardo Salles (Novo), com 15%; André do Prado (PL), com 12%; Guilherme Derrite (PP), com 9%; e Paulinho da Força (Solidariedade), com 7%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Reação de Tarcísio e aliados

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e seus aliados consideram o resultado 'normal' e dentro do esperado. Segundo assessores do Palácio dos Bandeirantes, a pesquisa reflete o cenário antes do início oficial da campanha eleitoral, que começa em agosto. Eles acreditam que, com a exposição na propaganda eleitoral e o corpo a corpo, os candidatos da base governista — André do Prado e Guilherme Derrite — devem crescer. 'É uma fotografia de um momento ainda sem campanha. Vamos trabalhar para reverter', afirmou um aliado próximo a Tarcísio, sob condição de anonimato.

Otimismo na esquerda

Já a esquerda comemora a liderança de Tebet e Marina, ambas apoiadas pelo presidente Lula (PT). Dirigentes petistas veem potencial de crescimento, especialmente entre eleitores que ainda não definiram voto — cerca de 13% dos entrevistados se declararam indecisos ou disseram que votarão em branco ou nulo. 'A tendência é de que nossas candidatas consolidem a vantagem à medida que a campanha avance', avaliou um líder do PT paulista. A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 6 de julho, com 1.200 eleitores em todo o estado de São Paulo.

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Detalhes da pesquisa

O levantamento foi encomendado pela Folha de S.Paulo e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo SP-01234/2026. A pesquisa está disponível na íntegra no site do Datafolha. O cenário atual mostra que, apesar da liderança de Tebet e Marina, a disputa ainda é aberta, com 30% dos eleitores podendo mudar de voto até outubro.

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