A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro esclareceu o paradeiro de todas as armas registradas em seu nome após uma operação da Polícia Federal nesta manhã. Agentes estiveram na residência do ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar, para verificar a situação do arsenal.
Operação foi motivada por apreensão em blitz
A ação policial ocorreu depois que uma pistola de Bolsonaro foi apreendida em uma blitz recente. Segundo a defesa, das dez armas registradas, oito estão sob custódia do Exército Brasileiro. Uma delas está em uma importadora no Rio Grande do Sul, e a última foi apreendida pela Polícia Civil do Distrito Federal.
Em nota, os advogados de Bolsonaro afirmaram que todas as armas têm localização conhecida e que não há qualquer irregularidade. "O ex-presidente sempre cumpriu as determinações legais quanto ao registro e porte de armas", disseram.
Armas estavam em posse de terceiros
A investigação da PF busca esclarecer se houve desvio ou uso indevido do arsenal. A defesa reforça que as armas estavam em posse de órgãos oficiais ou empresas autorizadas, não com o ex-presidente. A operação faz parte de um inquérito mais amplo sobre supostas irregularidades no acervo de Bolsonaro.
Até o momento, não há informações sobre novas apreensões ou prisões. O caso segue sob sigilo.



