Flávio Bolsonaro critica STF e propõe castração química em evento da CNI
Flávio Bolsonaro critica STF e propõe castração química

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar duramente o Supremo Tribunal Federal (STF) durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília. Sem citar nomes, o pré-candidato afirmou que a Corte 'parece mais delegacia de polícia do que Corte constitucional', em referência a decisões que, segundo ele, interferem em processos eleitorais e contrariam o Legislativo.

Críticas ao STF e insegurança jurídica

Flávio destacou que a atuação de ministros do STF gera insegurança jurídica no país, afetando investimentos e a economia. 'Quando o STF decide sobre algo que não é da sua competência, ele cria um ambiente de incerteza que prejudica o Brasil inteiro', declarou. O senador defendeu que a Corte deve se limitar ao que determina a Constituição, sem extrapolar suas funções.

Propostas de segurança pública

No mesmo evento, Flávio apresentou propostas polêmicas para a área de segurança pública. Entre elas, a construção de novos presídios e a castração química para estupradores. 'Precisamos de medidas duras para combater a criminalidade. A castração química é uma delas', afirmou. As propostas foram recebidas com reações mistas entre os presentes.

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Disputa sobre o IOF

O senador também comentou a disputa em torno do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele criticou o governo federal por tentar elevar a alíquota sem debate amplo com o setor produtivo. 'A indústria não pode ser surpreendida com aumentos de impostos sem diálogo', disse. Flávio defendeu que qualquer alteração tributária deve passar pelo Congresso Nacional.

Reações e contexto político

O evento da CNI reuniu lideranças empresariais e políticas. A fala de Flávio ocorre em meio às articulações para as eleições de 2026, nas ele é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro. As críticas ao STF são uma constante em seu discurso, alinhado ao posicionamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Até o fechamento desta edição, o STF não se manifestou oficialmente sobre as declarações.

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