Durigan rejeita 'all in' fiscal em ano eleitoral e promete superávit
Durigan rejeita 'all in' fiscal e promete superávit

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Durigan, rejeitou nesta sexta-feira (24) o risco de um 'all in' fiscal por parte do governo Lula no ano eleitoral. Durante evento, ele afirmou que a equipe econômica está comprometida em melhorar o superávit primário 'custe o que custar'.

Compromisso com o superávit

Durigan destacou que o governo não pretende abrir mão da disciplina fiscal, mesmo em um contexto político sensível. 'Não vamos fazer nenhuma loucura. Vamos melhorar o superávit custe o que custar', disse ele, reforçando a meta de equilibrar as contas públicas.

A declaração ocorre em meio a preocupações do mercado sobre possíveis pressões por gastos em ano eleitoral. Segundo Durigan, a equipe econômica está alinhada com o presidente Lula para manter a responsabilidade fiscal.

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Impacto nos mercados

As falas de Durigan ajudaram a acalmar os ânimos dos investidores, que temiam uma deterioração fiscal. O Ibovespa operava em alta no início da tarde, enquanto o dólar caía frente ao real. Analistas avaliam que o compromisso com o superávit é crucial para a credibilidade do governo.

No entanto, especialistas alertam que o cumprimento da meta dependerá de receitas extraordinárias e cortes de despesas. 'O governo terá que fazer escolhas difíceis', afirma o economista-chefe de uma consultoria.

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