A Suíça rejeitou as acusações de trabalho forçado feitas pelos Estados Unidos, mas manifestou disposição para dialogar sobre um acordo comercial. A medida ocorre em meio ao anúncio de novas tarifas de até 12,5% propostas pelo governo Trump para países como Brasil, China e Suíça, sob a justificativa de combate insuficiente ao trabalho forçado.
Reação da Suíça
O governo suíço afirmou que as alegações norte-americanas são infundadas e que o país cumpre rigorosamente as normas internacionais de trabalho. No entanto, demonstrou abertura para negociações, visando evitar uma escalada comercial que poderia prejudicar ambos os lados.
Posição da União Europeia
A União Europeia, por sua vez, alertou que o anúncio das tarifas pode gerar novos atritos entre o governo americano e o bloco europeu. Bruxelas considera a medida unilateral e contrária às regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Reações de outros países
- Brasil: O presidente Lula criticou a medida e busca negociação direta com Trump para evitar impactos nas exportações brasileiras.
- China: O governo chinês condenou as tarifas como protecionistas e prometeu retaliar, caso necessário.
- Japão: Tóquio adotou uma postura conciliadora, defendendo o diálogo multilateral para resolver a disputa.
Especialistas apontam que a imposição de tarifas pode desencadear uma guerra comercial global, afetando cadeias produtivas e elevando preços para consumidores. A Suíça, conhecida por sua neutralidade e forte setor exportador, busca evitar sanções que prejudiquem sua economia.



