O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs novas sanções econômicas ao presidente cubano Miguel Díaz-Canel, sua esposa e membros da família Castro. As medidas afetam diretamente Alejandro Castro Espín, filho do ex-presidente Raúl Castro, além de outros parentes do regime comunista.
Sanções anteriores e contexto
Díaz-Canel já havia sido sancionado em julho do ano passado, devido à repressão violenta aos protestos cidadãos que ocorreram em 2021. As novas sanções ampliam o alcance das punições, incluindo agora familiares próximos ao poder.
Reação de Cuba
Em resposta, Miguel Díaz-Canel afirmou que não há negociações políticas em andamento com Washington, mas apenas contatos técnicos limitados à área migratória. O presidente cubano classificou as sanções como uma tentativa de asfixiar economicamente o país.
Impacto das medidas
As sanções intensificam a pressão econômica sobre Cuba, que já enfrenta uma grave crise financeira e escassez de bens essenciais. Especialistas acreditam que as medidas podem dificultar ainda mais a recuperação do país caribenho.
O governo Trump mantém uma postura dura em relação a Cuba, buscando isolar o regime comunista e apoiar a oposição interna. As novas sanções são vistas como parte dessa estratégia de pressão máxima.



