Mãe de Kim Jong-un: história oculta contrasta com narrativa oficial do regime
Mãe de Kim Jong-un: história oculta contrasta com narrativa oficial

A história de Ko Yong-hui, mãe do líder norte-coreano Kim Jong-un, é marcada por contrastes com a narrativa oficial do regime. Amante de Kim Jong-il, ela jamais foi mencionada em público pelo filho mais famoso, e revelar seu verdadeiro status poderia abalar as estruturas do sistema.

Quem foi Ko Yong-hui?

Ko Yong-hui nasceu no Japão e enfrentou discriminação por sua origem. Ela se tornou amante de Kim Jong-il, mas nunca foi reconhecida oficialmente como primeira-dama. Sua influência na escolha de Kim Jong-un como sucessor é reconhecida por analistas, mas sua existência é um tabu na propaganda oficial.

O apagamento na propaganda

Diferentemente de outras figuras da família Kim, Ko Yong-hui não aparece em monumentos, selos ou discursos oficiais. O regime prefere exaltar a figura de Kim Jong-suk, mãe de Kim Jong-il, como a mãe revolucionária ideal. Qualquer menção a Ko poderia expor as origens não coreanas e o relacionamento extraconjugal de Kim Jong-il.

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Impacto no regime

Especialistas apontam que o reconhecimento público de Ko Yong-hui poderia desestabilizar a narrativa de pureza étnica e lealdade familiar do regime. A Coreia do Norte mantém um rígido controle sobre a história oficial, e qualquer desvio é visto como ameaça.

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