Coreia do Sul usou racismo contra asiáticos em estratégia na Copa
Coreia do Sul usou racismo contra asiáticos em estratégia na Copa

A seleção da Coreia do Sul adotou uma estratégia controversa durante a Copa do Mundo de 2018, baseada no estereótipo racista de que 'todos os asiáticos são iguais'. A tática consistia em trocar os números das camisas dos jogadores em amistosos preparatórios, com o objetivo de confundir os olheiros adversários, especialmente os da Suécia, primeiro oponente no torneio.

Estratégia polêmica

O técnico sul-coreano na época, Shin Tae-yong, admitiu publicamente que a troca de números visava explorar a dificuldade que os ocidentais teriam em distinguir os rostos dos jogadores asiáticos. 'É muito difícil para os ocidentais distinguirem entre asiáticos', declarou o treinador. A prática, considerada racista por muitos, já havia sido usada em 2018 e voltou a ser discutida em 2026, quando a Coreia do Sul enfrentou a República Tcheca na primeira rodada da Copa do Mundo.

Repercussão e punições

Embora a Coreia do Sul tenha perdido para Suécia e México na fase de grupos de 2018, a equipe conseguiu eliminar a Alemanha, atual campeã, em uma surpreendente virada. No entanto, a estratégia gerou críticas de organizações antirracismo e de torcedores. Na Europa, casos semelhantes já renderam punições severas, com federações aplicando multas e suspensões a clubes que utilizam táticas baseadas em estereótipos raciais.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram
  • Troca de camisas: Jogadores usavam números diferentes dos habituais para enganar adversários.
  • Declaração polêmica: Técnico afirmou que ocidentais não distinguem asiáticos.
  • Casos na Europa: Práticas racistas similares já foram punidas com multas e suspensões.

A atitude da Coreia do Sul expõe como o racismo ainda está presente no futebol, mesmo em estratégias de jogo. A Federação Internacional de Futebol (FIFA) não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas a polêmica reacende o debate sobre a necessidade de combater estereótipos e discriminação no esporte.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar