Considerada uma das candidatas ao título, a Argentina viu seu favoritismo aumentar nesta quinta-feira ao assumir o topo do ranking da Fifa, após a derrota da França para a Costa do Marfim em partida amistosa. No entanto, essa ascensão carrega uma espécie de maldição que desafia a equipe do técnico Lionel Scaloni.
O tabu do ranking
A desconfiança ganha corpo por um motivo simples: desde que o ranking da Fifa foi criado, em 1993, nenhuma seleção que chegou a uma Copa do Mundo como líder conseguiu conquistar o título. O histórico recente mostra que o Brasil foi vítima desse tabu em 2022, quando era comandado por Tite e chegou ao Catar na liderança, mas foi eliminado nas quartas de final. Na ocasião, a Argentina, então terceira colocada, sagrou-se campeã ao vencer a França de Mbappé na final.
Em 2018, a Alemanha, então líder do ranking, teve desempenho ainda pior: não passou da fase de grupos. O tabu persiste como um fantasma para os líderes.
O cenário atual
Pela lista atual, a Argentina lidera com 1.874,81 pontos, seguida pela Espanha (1.873,01) e pela França (1.869,43). O Brasil aparece na sexta posição, com 1.762,66 pontos.
Top 10 do ranking da Fifa
- Argentina – 1.874,81 pontos
- Espanha – 1.873,01
- França – 1.868,43
- Inglaterra – 1.825,97
- Portugal – 1.763,83
- Brasil – 1.762,66
- Marrocos – 1.756,94
- Holanda – 1.751,10
- Bélgica – 1.739,55
- Alemanha – 1.731,30
A Argentina busca quebrar o tabu e confirmar o favoritismo, mas a história recente mostra que a liderança no ranking não é garantia de sucesso na Copa.



