O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, apresentou supostas provas de fraude eleitoral e pediu uma auditoria em 5.300 seções de votação. Segundo Petro, o sistema de pré-contagem foi alterado antes da votação, o que comprometeria a integridade do processo eleitoral.
Acusações de fraude
Em pronunciamento oficial, Petro afirmou que há indícios claros de manipulação nos sistemas de apuração preliminar. Ele solicitou que as autoridades eleitorais realizem uma auditoria completa nas seções mencionadas para garantir a transparência do pleito.
Resposta das autoridades
A autoridade eleitoral colombiana, no entanto, rebateu as acusações. Em nota oficial, informou que a apuração oficial já está 99,98% concluída e que não foram encontradas irregularidades. O órgão garantiu que o processo segue dentro da normalidade e que os resultados são confiáveis.
Crise política
As alegações de Petro ampliam a crise política no país, que vive um segundo turno acirrado entre candidatos de extrema direita e esquerda. A oposição criticou as declarações do presidente, classificando-as como uma tentativa de deslegitimar o processo eleitoral.
Enquanto isso, observadores internacionais acompanham a situação com preocupação. A Organização dos Estados Americanos (OEA) já se manifestou, recomendando que todas as partes respeitem o resultado oficial das urnas.
A população colombiana aguarda ansiosamente o desfecho do pleito, enquanto as instituições trabalham para garantir a estabilidade democrática. O Conselho Nacional Eleitoral deve se reunir nos próximos dias para analisar o pedido de auditoria feito por Petro.



