Justiça colombiana proíbe candidato de usar camisa da seleção como símbolo político
Justiça proíbe candidato de usar camisa da Colômbia

A Justiça colombiana determinou, nesta terça-feira (4), que o candidato de extrema direita à presidência, Abelardo de la Espriella, conhecido como ‘El Tigre’, está proibido de utilizar a camisa da seleção de futebol da Colômbia como símbolo político em sua campanha eleitoral. A decisão foi tomada pela juíza responsável pelo caso, após uma série de críticas vindas de setores da esquerda, que acusavam o candidato de se apropriar de um símbolo nacional para fins partidários.

Contexto da polêmica

A disputa em torno do uniforme da seleção colombiana ganhou destaque às vésperas da Copa do Mundo, quando a camisa amarela, azul e vermelha passou a ser usada por De la Espriella em seus comícios e materiais de campanha. Para muitos eleitores, o uso da camisa representa um ato de patriotismo e amor à pátria. No entanto, críticos argumentam que a iniciativa visa associar a imagem do candidato ao time nacional, buscando capitalizar politicamente o sentimento de união que o futebol desperta no país.

Repercussão judicial

A juíza responsável pelo caso considerou que a utilização da camisa como símbolo político configura uma apropriação indevida de um emblema nacional, podendo influenciar o eleitorado de forma desleal. A decisão proíbe De la Espriella de exibir a camisa em eventos de campanha, discursos ou qualquer material publicitário. O candidato, que disputa o segundo turno das eleições presidenciais, ainda pode recorrer da sentença.

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Enquanto isso, a Colômbia se prepara para a Copa do Mundo, e a seleção nacional busca manter o foco nos jogos, longe das controvérsias políticas. A federação de futebol do país não se pronunciou oficialmente sobre a decisão judicial.

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