O governo da Colômbia, liderado pelo presidente Gustavo Petro, anunciou a retirada da proposta de convocar uma Assembleia Nacional Constituinte. A decisão ocorre após a derrota de seu candidato no primeiro turno das eleições presidenciais, que ficou em segundo lugar, atrás do candidato de extrema direita Abelardo de la Espriella.
Contexto da proposta
A Assembleia Constituinte era uma promessa de campanha de Petro, com o objetivo de promover reformas sociais e anticorrupção. No entanto, a proposta enfrentou forte oposição de setores políticos e da sociedade civil, que a viam como uma tentativa de perpetuar o poder do presidente.
Reações à retirada
A oposição comemorou a decisão, afirmando que a proposta era inconstitucional e autoritária. Já os apoiadores de Petro criticaram o recuo, considerando-o uma traição às promessas de campanha.
Cenário eleitoral
Com a retirada da proposta, o foco se volta para o segundo turno das eleições, onde Abelardo de la Espriella lidera as pesquisas. A disputa está polarizada entre a esquerda de Petro e a extrema direita de De la Espriella.
A decisão do governo é vista como uma tentativa de reduzir a pressão política e tentar reverter a desvantagem eleitoral. No entanto, analistas apontam que o recuo pode enfraquecer ainda mais a base de apoio de Petro.



