Textor alega residência na Suíça para evitar caução na Justiça
Textor alega residência suíça para evitar caução

John Textor, ex-controlador da SAF do Botafogo, alega ser 'residente habitual da Suíça' para evitar o pagamento de uma caução exigida pela Justiça. Segundo informações do blog do Ancelmo Gois, o empresário tem apresentado diversas ações judiciais contestando sua destituição do comando do clube. Textor acumulou dívidas durante sua gestão no Botafogo, conforme registro fotográfico veiculado na publicação.

A alegação de John Textor

De acordo com o blog, Textor teria argumentado que sua condição de residente na Suíça o exime da obrigação de prestar caução, um depósito judicial comumente exigido para garantir o cumprimento de decisões. A defesa do empresário sustenta que, por não ser domiciliado no Brasil, a medida seria desproporcional. A exigência de caução ocorre no âmbito de ações que discutem a gestão da SAF botafoguense.

As ações judiciais contra a destituição

Além da questão da caução, Textor moveu diversos processos questionando a legalidade de sua saída do comando do clube. O ex-dono da SAF alega irregularidades no processo que o afastou. As ações tramitam na Justiça do Rio de Janeiro e ainda aguardam decisão final. O blog do Ancelmo Gois destaca que o empresário tem insistido na tese de que sua residência habitual no exterior o protege de medidas cautelares como a caução.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar
Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram