O mercado de aluguel de robôs, conhecido como 'Robotics as a Service' (RaaS), está em franca expansão, permitindo que empresas de diversos setores reduzam custos ao optar por assinaturas mensais que incluem manutenção e atualizações de software. Esse modelo tem sido adotado em hospitais, fábricas e eventos, facilitando o acesso a tecnologias de ponta sem a necessidade de investimentos elevados.
Como funciona o aluguel de robôs
No modelo RaaS, as empresas pagam uma taxa mensal para utilizar robôs, em vez de adquiri-los por um alto custo inicial. O valor da assinatura geralmente cobre a manutenção preventiva, reparos, atualizações de software e suporte técnico. Isso permite que as organizações testem e implementem a robótica com menor risco financeiro.
Aplicações em hospitais, fábricas e eventos
Nos hospitais, robôs como o Moxi têm sido adotados para lidar com a falta de enfermeiros, realizando tarefas como entrega de medicamentos e suprimentos. Em fábricas, robôs humanoides auxiliam em linhas de montagem e logística. Em eventos, robôs são usados para recepção, segurança e entretenimento.
Na China e nos Estados Unidos, robôs alugados já operam em diversas funções, embora ainda dependam de operadores humanos para supervisão e intervenção em tarefas complexas. Segundo especialistas, a tendência é que a locação popularize a robótica, seguindo o caminho de serviços de computação em nuvem.
Vantagens do modelo por assinatura
Além da redução de custos iniciais, o RaaS oferece flexibilidade para escalar o uso de robôs conforme a demanda, acesso a atualizações contínuas e eliminação da obsolescência tecnológica. Empresas podem experimentar diferentes modelos e funcionalidades sem se comprometer com a compra.
De acordo com analistas do setor, o mercado de RaaS deve crescer significativamente nos próximos anos, impulsionado pela necessidade de automação e pela redução dos custos de hardware robótico.



