Um supercomputador da Universidade de Reading, no Reino Unido, realizou uma simulação inédita para prever o campeão da Copa do Mundo de 2026. Após rodar 10 mil vezes as partidas do torneio, a máquina apontou a Argentina como a grande vencedora, repetindo o feito de 2022.
Detalhes da simulação
O estudo foi conduzido pelo economista James Reade, especialista em análises esportivas. O modelo computacional levou em conta fatores como histórico de jogos, desempenho recente das seleções e estatísticas de jogadores. A simulação indicou um equilíbrio entre as principais forças do futebol mundial: França e Espanha aparecem empatadas em segundo lugar, seguidas de perto por Brasil e Inglaterra.
Equilíbrio entre favoritos
Segundo Reade, o resultado sugere que o futebol pode estar "voltando para casa" após 60 anos, em referência à possibilidade de uma seleção europeia conquistar o título em solo europeu pela primeira vez desde 1966. No entanto, a Argentina surge como a candidata mais forte, com chances ligeiramente superiores às demais.
O supercomputador também destacou possíveis surpresas, como seleções africanas e asiáticas que podem avançar além do esperado. A simulação completa incluiu todas as fases do torneio, desde a fase de grupos até a final.
Reações e expectativas
A previsão gerou debates entre torcedores e especialistas. Enquanto alguns acreditam na precisão do modelo, outros lembram que o futebol é imprevisível. A Argentina, atual campeã mundial, busca o bicampeonato, mas enfrentará adversários fortes como França, Espanha, Brasil e Inglaterra.
O estudo da Universidade de Reading reforça a tendência de uso de inteligência artificial e big data no esporte, ferramentas cada vez mais comuns para análises táticas e previsões de resultados.



