Sassaricano na Roça vence 18º Circuito Junino e homenageia Geesse Freitas
Sassaricano na Roça vence Circuito Junino e homenageia produtor

A quadrilha junina Sassaricano na Roça conquistou o primeiro lugar no 18º Circuito Junino de Rio Branco pelo terceiro ano consecutivo, neste domingo (21). Com o tema “Cabaré: Magia e Sedução nas Noites de São João”, o grupo recebeu o prêmio de R$ 12 mil e homenageou o produtor cultural Geesse Freitas, conhecido como Branco, que morreu aos 44 anos após um infarto na madrugada de 14 de junho, data em que seria realizada a terceira noite de competição. Geesse era integrante da quadrilha há 20 anos.

Homenagem e emoção nas apresentações

O presidente do grupo, Júnior Martins, destacou que o tema foi uma escolha de Geesse. “Infelizmente, semana passada ele nos deixou. Quem faz quadrilha, junina, sabe que essa loucura é gostosa e esse momento mas é isso. O São João é isso”, disse. A homenagem ao produtor cultural marcou as seis noites de apresentações, que ocorreram em dois períodos: de 12 a 13 de junho, na Praça da Revolução, no Centro de Rio Branco, e de 18 a 21 de junho, no quadrilhódromo montado ao lado do Estádio Arena da Floresta, no Segundo Distrito.

Resultado final e premiação

Nove quadrilhas juninas concorreram ao título, segundo a prefeitura. O pódio ficou assim: 1º lugar: Sassaricano na Roça (R$ 12 mil); 2º lugar: Matutos na Roça (R$ 10 mil); 3º lugar: Junina Pega-Pega (R$ 8 mil). Os valores decresceram até o 8º lugar, que levou R$ 2 mil, e todos os classificados receberam troféus. O evento é uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Fundação Garibaldi Brasil (FGB), e a Liga de Quadrilhas Juninas do Acre (Liquajac).

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Critérios de avaliação e depoimentos

As juninas foram avaliadas nos quesitos harmonia e conjunto, coreografia, figurino junino, originalidade e casamento junino. As notas foram somadas ao longo das duas etapas do circuito. Segundo Narraiane Duarte, da junina Matutos na Roça, as apresentações celebram a cultura popular e o trabalho realizado. “A cultura sempre está viva, todos os anos. E estar aqui, nesse momento, é dizer agora que temos que entregar tudo aquilo que preparamos”, afirmou. Já o brincante da Junina Pega-Pega, Luã Chalub, ressaltou a emoção de se apresentar. “A gente trabalha praticamente o ano inteiro para chegar a esse momento e apresentar. Como eu já tenho muitos anos de junina Pega-Pega, a gente fica assim, eufóricos”, comentou.

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