Oito treinadores deixam seleções durante a Copa do Mundo de 2026
Oito treinadores deixam seleções na Copa de 2026

Oito treinadores deixam suas seleções durante a Copa do Mundo de 2026

A Copa do Mundo de 2026 tem sido marcada por mudanças frequentes no comando técnico das seleções. Antes mesmo do início das oitavas de final, oito treinadores já deixaram seus cargos, seja por demissão, renúncia ou fim de ciclo após a eliminação de suas equipes no torneio.

As saídas ocorreram em diferentes momentos: alguns técnicos foram dispensados ainda durante a fase de grupos, enquanto outros optaram por deixar o cargo logo após a eliminação. O cenário lembra a alta rotatividade de treinadores frequentemente observada no Campeonato Brasileiro.

1. Sabri Lamouchi (Tunísia)

Sabri Lamouchi foi o primeiro treinador a perder o cargo no Mundial. A goleada por 5 a 1 sofrida para a Suécia na estreia da fase de grupos levou a Federação Tunisiana de Futebol a promover uma troca imediata. Hervé Renard assumiu a seleção ainda durante a competição.

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2. Steve Clarke (Escócia)

Após a eliminação da Escócia na fase de grupos, Steve Clarke decidiu encerrar seu trabalho. Os escoceses venceram apenas uma partida e terminaram na terceira colocação do Grupo C, ficando fora do mata-mata.

3. Hong Myung-Bo (Coreia do Sul)

Ídolo do futebol sul-coreano, Hong Myung-Bo pediu demissão depois da queda na primeira fase. A Coreia do Sul somou apenas três pontos e foi eliminada após derrotas consideradas decisivas para México e África do Sul.

4. Miroslav Koubek (República Tcheca)

A campanha da República Tcheca terminou sem vitórias e com apenas um ponto no Grupo A. O desempenho levou a federação do país a optar pela demissão de Miroslav Koubek logo após a eliminação.

5. Marcelo Bielsa (Uruguai)

O ciclo de Marcelo Bielsa também chegou ao fim durante a Copa. O Uruguai decepcionou na fase de grupos, marcou apenas dois pontos e foi eliminado precocemente. A turbulência com o elenco encerrou a passagem do treinador argentino pela Celeste.

6. Sebastián Beccacece (Equador)

Diferentemente de outros casos, Sebastián Beccacece decidiu deixar o cargo por iniciativa própria. Após a derrota por 2 a 0 para o México nos 16 avos de final, o treinador afirmou que encerrava seu trabalho com o sentimento de dever cumprido, apesar de não alcançar o objetivo de levar a seleção mais longe no Mundial.

7. Ronald Koeman (Holanda)

Ronald Koeman anunciou sua saída após a eliminação da Holanda nos pênaltis para o Marrocos, nos 16 avos de final. Além da frustração pelo desempenho esportivo, o treinador revelou que problemas de saúde enfrentados por sua esposa pesaram na decisão de deixar o comando da seleção.

8. Julian Nagelsmann (Alemanha)

Julian Nagelsmann também deixou o comando da seleção alemã após a eliminação nos pênaltis para o Paraguai, nos 16 avos de final. Apesar de possuir contrato de longa duração, Nagelsmann não resistiu ao novo fracasso da equipe no torneio. Segundo a imprensa local, a Federação Alemã de Futebol (DFB) considerou insuficientes as explicações apresentadas pelo treinador depois da terceira eliminação consecutiva da Alemanha antes das oitavas de final de um Mundial, encerrando seu ciclo à frente da seleção.

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